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UFRA RECEBE MOSTRA “CINEMA PELA VERDADE” COM FILMES SOBRE A DITADURA MILITAR

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A Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), através da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), e o Instituto Cultura em Movimento (ICEM) trazem para a comunidade acadêmica a mostra de filmes Cinema pela Verdade, sobre o período da Ditadura Militar no Brasil. Os filmes serão exibidos de 12 a 15 de maio de 2015 no Auditório Waldir Bouhid, localizado no Prédio Central da universidade, a partir das 17h.

  • Publicado: Quinta, 30 de Abril de 2015, 09h58
  • Última atualização em Sexta, 30 de Dezembro de 2016, 09h17

O Cinema pela Verdade é uma mostra de filmes sobre o período da Ditadura Civil-Militar na América Latina e suas consequências. A iniciativa conta com patrocínio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), através da lei Rouant, e apoio da Comissão da Anistia do Ministério da Justiça. Em 2015, o projeto acontece simultaneamente em universidades das 27 unidades da federação, entre os meses de março e maio. As exibições dos filmes são gratuitas e abertas ao público.

Durante o evento, além da exibição filmes que abordam este período da história do Brasil, são promovidos debates com acadêmicos, pesquisadores, pessoas ligadas a movimentos sociais, culturais e de direitos humanos, além de participações especiais de diretores ou da equipe de produção dos filmes exibidos. O projeto, que já está em sua quarta edição, utiliza material audiovisual como instrumento de resgate da memória e busca criar um espaço para troca de conhecimento entre debatedores e estudantes.

O ICEM é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), fundada em 2002, com atuação em todas as 27 unidades da federação. O Instituto surgiu da bem sucedida experiência do projeto Cinema em Movimento, rede nacional de agentes culturais organizados em torno da distribuição gratuita de filmes brasileiros.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DE FILMES:

12/5 - “Democracia em Preto e Branco”

13/5 - “Em Busca de Iara”

14/5 - “Osvaldão”

15/5 - “500 – os bebês roubados pela ditadura argentina”

SINOPSES:

. Democracia em Preto e Branco, de Pedro Asbeg 

Documentário, 10 anos, 90 min., Brasil, 2014.

Durante o ano de 1982 a ditadura militar completava 18 anos. A música popular brasileira sobrevivia de metáforas, devido a grande opressão e censura, e o clube de futebol Corinthians passava por um período interno turbulento. No meio disso, o rock nacional começava a nascer. O filme mostra como a música, o esporte e a política se encontraram para mudar o rumo da história do país.

. Em Busca de Iara, de Flavio Frederico

Documentário, 12 anos, 90 minutos, Brasil, 2013

Através de uma investigação pessoal de sua sobrinha, Mariana Pamplona, o filme resgata a vida da guerrilheira Iara Iavelberg. Uma mulher culta e bela, que deixou para trás uma confortável vida familiar, optando por engajar-se na luta armada contra a ditadura militar. Vivendo na clandestinidade, na esteira de uma rotina de sequestros e ações armadas, tornou-se a companheira do ex-capitão do exército Carlos Lamarca, compartilhando com ele o posto de um dos alvos mais cobiçados da repressão. O filme desmonta a versão oficial do regime, que atribui sua morte, em 1971 a um suicídio.

 . Osvaldão, de Vandré Fernandes, Ana Petta, Fabio Bardella e André Lorenz Michiles

Documentário, 12 anos, 80minutos, Brasil, 2014

A vida de Osvaldo Orlando da Costa, comandante da Guerrilha do Araguaia que virou herói entre o povo local, por conta de sua coragem e generosidade. Muitos até o consideram como um ser mítico. Uma visão não só da lenda ao redor do nome de Osvaldão, mas também de suas aventuras humanas. Vindo de uma família de ex-escravos, uma trajetória onde um jovem campeão carioca de boxe na década de 1950 se transforma em um dos principais guerrilheiros do país.

 . 500 – Os bebês roubados pela Ditadura Argentina, de Alexandre Valenti

Documentário, 10 anos, 100 minutos

Entre 1976 e 1983, a Argentina viveu sombrios anos de ditadura militar. Neste período, famílias inteiras foram despedaçadas pela repressão clandestina empreendida por um estado terrorista que ceifou a vida de cerca de 30 mil argentinos. Dentre as práticas mais aterradoras deste regime estava o sequestro sistemático de bebês e crianças, filhos de presos e desaparecidos políticos, que eram apropriados por seus algozes com espólio de guerra. A partir da iniciativa das Avós da Praça de Maio criou-se o “Banco dos 500”, com amostras de seu próprio sangue, o que possibilitou a descoberta de 114 das 500 crianças sequestradas. Reunidos às suas famílias reais e às suas verdadeiras identidades, os jovens nascidos nas maternidades dos campos da morte, juntamente com as Avós da Praça de Maio confrontam, em 2011, perante o Tribunal de Buenos Aires, os dignitários da mais sangrenta ditadura Argentina, acusados de genocídio e crimes contra a Humanidade: um caso histórico, único e universal. O documentário “500 – Os bebês roubados pela Ditadura Argentina” narra esta incansável luta das avós e seus netos que continua, diariamente, até que o último dos “500” seja encontrado.

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