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Projeto da Ufra em parceria com a Vale fará diagnóstico junto a comunidades rurais de Parauapebas 

  • Publicado: Quarta, 29 de Janeiro de 2020, 14h16
  • Última atualização em Quarta, 29 de Janeiro de 2020, 14h31

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O projeto Mineração e Sustentabilidade em Carajás (MISUC), fruto de parceria entre a empresa Vale. S.A. e a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), por meio do Programa de Pós-Graduação em Agronomia (PGAGRO-UFRA) e do campus Parauapebas, lançado em 2019, está dando início às suas atividades práticas. O projeto busca realizar uma série de diagnósticos junto à população de Parauapebas, maior produtor de minério de ferro do país, para elevar o grau de sustentabilidade do município.

Os bolsistas e voluntários do projeto participaram, neste mês de janeiro, do primeiro encontro de formação com aplicação de treinamentos sobre o método MESMIS (Marco para la Evaluación de Sistemas de Manejo Incorporando Indicadores de Sustentabilidad), metodologia desenvolvida por pesquisadores mexicanos e que será usada para mensuração da sustentabilidade da zona rural do município. O objetivo final do projeto será a criação do Índice de Sustentabilidade Rural de Parauapebas (ISRP).

O trabalho em campo está previsto para ser iniciado no mês de fevereiro, com visitas para que a equipe possa conhecer as comunidades onde será feito o estudo. “A nível de diagnósticos, já foi feita uma coleta de dados com 1000 habitantes de Parauapebas e esses resultados foram expostos em um TCC de duas alunas do curso de Administração (Izabely Sanches e Ruthiely Sá). Os principais resultados expostos foram que um percentual significativo da população da cidade não conhece o conceito de sustentabilidade e nem as obrigações legais das empresas de mineração no que diz respeito a ações de compensação socioambientais”, explica o professor João Paulo Loureiro, um dos coordenadores do projeto.  

Ao todo, o estudo deverá abranger quase 2000 pessoas. Neste novo diagnóstico, serão estudadas 20 comunidades rurais do município, sendo 10 receptores de investimentos da mineradora Vale e 10 que não recebem esse tipo de apoio. “Serão mensurados, por meio de métodos quantitativos e dados primários coletados por meio de questionários aplicados aos moradores dos dois grupos de comunidades, qual dos dois possui um maior grau de desenvolvimento sustentável. Será possível identificar fatores que fazem uma comunidade se desenvolver mais que as outras e, assim, permitir a difusão de práticas exitosas e correções de problemas encontrados para que ambos os grupos de comunidades consigam se converter em territórios sustentáveis, em um horizonte de médio e longo prazos”, relata.

Além do professor João Paulo Loureiro, também atuam no projeto os professores Marcos Rodrigues (campus Belém) e Marcos Antônio Souza dos Santos (campus Belém). Ele destaca a importância da elaboração do ISRP: “Esse instrumento visa nortear empresas mineradoras e agentes públicos na elaboração de investimentos e políticas públicas para correção de problemas que hoje impedem que a zona rural de Parauapebas tenha territórios 100% sustentáveis”. Além disso, o projeto deverá gerar dados para a elaboração de pelo menos 15 trabalhos de conclusão de curso e uma tese de doutorado.

Ao todo, serão investidos pela Vale R$ 320.000,00, alocados em bolsas de iniciação científica e de doutorado, além de custeio das pesquisas de campo entre os anos de 2020 e 2022. Também estão previstos a realização de dois simpósios para ampla divulgação dos resultados do projeto e debate sobre a temática entre membros da empresa, universidade e comunidade em geral.

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