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Exército e Ufra realizam mutirão para manutenção da área verde e recuperação de viveiros do campus Belém

  • Publicado: Sexta, 04 de Outubro de 2019, 14h35
  • Última atualização em Sexta, 04 de Outubro de 2019, 14h35

verde brasil

Ocorreu nesta sexta-feira, 04, no campus Belém, um mutirão ecológico fruto de parceria entre a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e o Exército Brasileiro, através do Comando Militar do Norte (CMN). O objetivo foi realizar a manutenção de áreas verdes e a recuperação de viveiros do Instituto de Ciências Agrárias (ICA). A parceria teve início com a capacitação de 40 militares, que participaram de um treinamento oferecido pelo ICA na área de propagação de plantas e compostagem. Já a ação no campus contou com a presença de 23 militares, que puderam retribuir e aplicar os conhecimentos adquiridos sobre poda e manutenção de áreas verdes.

Segundo a Tenente Arianne, o Exército já trabalha a questão da sustentabilidade, mas o foco ambiental aumentou após a Operação Verde Brasil, que visa ao combate às queimadas na Amazônia e aos ilícitos ambientais. “Nesse sentido, a gente tem trabalhado muito a questão da recuperação, que é justamente o plantio. A Ufra veio como uma forte parceira porque ela tem toda essa experiência e profissionais capacitados nas áreas de produção de mudas, poda e manutenção, compostagem etc. Então a gente viu como uma grande oportunidade de capacitar os nossos militares para que eles possam ser esses disseminadores de informação tanto dentro dos quarteis quanto junto à comunidade”.

O diretor do ICA, professor Rodrigo Souza, explica que o instituto foi procurado pelo CMN há alguns meses para dar esse suporte, através da doação de mudas e alguns treinamentos. “Essa parceria está sendo muito benéfica porque a gente consegue passar para eles o nosso know-how técnico e científico na área, e isso poderá ter um grande impacto na questão ambiental, pois a Universidade não tem o mesmo alcance do Exército”. Além disso, relata, a Universidade se beneficia de maneira direta com esses mutirões. “Em função de algumas restrições financeiras, tivemos uma redução relevante no quadro de funcionários terceirizados de campo, e os militares se colocaram à disposição para colaborar”.

Para o engenheiro agrônomo da Ufra Walter Velasco, que ministrou o primeiro curso, a colaboração entre as instituições também diminui a distância entre a pesquisa universitária e a extensão. “O Exército trabalha muito em regiões interioranas e, nessas áreas, um dos fatos que têm sido registrados é o desmatamento, a alteração do revestimento florístico natural da Amazônia. Como existe hoje um grande cisalhamento entre a pesquisa e a extensão, a intenção é que o Exército seja os braços da Universidade para atuar onde ela não pode chegar”.

A previsão é que a Ufra ofereça, ainda, outros cursos, entre eles identificação de espécies florestais e uso de maquinários, como moto-poda e roçadeira.

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