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Alunos de quatro campi participam de vivência florestal na Fazenda Escola de Castanhal

  • Publicado: Quinta, 22 de Agosto de 2019, 14h29
  • Última atualização em Quinta, 22 de Agosto de 2019, 14h32

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O ajustamento do aluno ao contexto universitário deve ser considerado como um processo multifacetado, construído no cotidiano das relações estabelecidas entre o aluno e a instituição. Assim, aspectos relativos ao acadêmico - a sua história de vida, suas expectativas, habilidades e demais características e a qualidade do esforço estudantil, representado pelo envolvimento com a sua própria aprendizagem e desenvolvimento - desempenham um importante papel para a integração, e com os componentes da instituição, isto é, sua comunidade, sua estrutura e elementos organizacionais, que são essenciais, podendo facilitar ou não esse processo

Portanto, o processo de ajustamento ao contexto universitário é complexo e multidimensional, e envolve diversos fatores, tanto de natureza intrapessoais quanto de natureza contextual. É fundamental que as instituições proporcionem aos seus estudantes as condições adequadas para que eles experimentem satisfatório conforto acadêmico, um importante indicador da qualidade institucional e essencial para a qualidade da aprendizagem.

Com o objetivo de oportunizar a discentes do curso de Engenharia Florestal um espaço para praticar atividades diretamente vinculadas ao meio profissional, levando a reflexão da importância de estabelecer um bom fundamento teórico para situações reais da vida profissional e permitindo-lhe a integração dos conhecimentos teórico-práticos aliada à experiência pessoal, o Programa de Educação Tutorial do Curso de Graduação em Engenharia Florestal da Universidade Federal Rural da Amazônia - PET Florestal - vem desenvolvendo ao longo de 2019 o projeto “Vivência Florestal”.

O projeto se sustenta no reconhecimento da relevância e promoção da qualidade da vivência acadêmica como um desafio que encerra uma responsabilidade repartida, que engloba tanto uma nova filosofia curricular dos cursos e a organização das universidades, quanti a participação dos estudantes e das suas organizações estudantis. "O processo de integração ocorre na interação entre estudante e instituição e deve ser compreendido de maneira recíproca e dinâmica em que estudantes também são ativos na modificação do ambiente institucional". Barros, Schleich (2006, p. 29).

O projeto está estruturado em três ciclos: I – básico, ofertado a alunos ingressantes no curso, a etapa procura aproximar estes das principais áreas do curso, envolvendo os recém alunos no contexto da atuação profissional; II – Intermediário, que oferta a alunos que já concluíram 70% da matriz curricular e já detêm conhecimento teórico sobre os temas que promovem conhecimento estrutural para atuação profissional; III – profissionalizante, que busca trabalhar com os discentes concluintes do curso a sua colocação no mercado de trabalho, procurando integrar os mesmos com as principais áreas do mercado.

No período de 12 a 16 de agosto, ocorreu na Fazenda Escola de Castanhal (Instituto Socioambiental e dos Recursos Hídricos) o ciclo intermediário, do qual participaram 25 alunos, incluindo dos cursos ofertados nos campi de Belém, Capitão Poço, Paragominas e Parauapebas e alunos da Universidade do Estado do Pará (Uepa) do campus de Belém.

Durante os dias do curso, os alunos receberam orientações para executarem um inventário florestal, incluindo todas as etapas: georreferenciamento da área, sobre a legislação pertinente, planejamento e delineamento experimental, identificação de espécies entre outros, de forma que atuaram na coleta de dados, coleta, análise e interpretação dos dados, culminando na elaboração do documento final.

“O modo como cada estudante experimentou esse período foi único e o espaço propiciado buscou garantir a integração necessária para enfrentar múltiplas e complexas tarefas e solucionar os desafios propostos pela vivência acadêmica em quatro domínios principais: pessoal, social/interpessoal, acadêmico/estudo, e vocacional/carreira”, afirma a tutora do PET Florestal, professora Gracialda Ferreira.

O projeto terá continuidade ao longo do ano com a execução do III ciclo.

Texto e fotos: PET Florestal/Ufra

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