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Janeiro 2018

Publicado: Segunda, 09 de Abril de 2018, 17h08 | Última atualização em Segunda, 09 de Abril de 2018, 17h11 | Acessos: 693
Janeiro 2018
Janeiro 2018

 

O primeiro Folheando de 2018 traz como dicas de leitura os movimentos históricos do Nordeste Paraense. As são obras são: “Nordeste Paraense”, de Iracema Cordeiro, Lívia Vasconcelos, Gustavo Schwartz e Francisco Oliveira; e “História da Colonização do Nordeste Paraense – Uma Reflexão para o Futuro da Amazônia”, de Fabrício Rebello e Alfredo Homma.

“Nordeste Paraense - Panorama Geral e uso sustentável das florestas secundárias”:
A obra contempla a meta proposta pelo projeto “Tecnologia de preparo de área agrícolas através da trituração mecanizada da floresta secundária em pouso”, aprovado por meio do convênio do Programa Nacional de Pós-Doutorado Institucional da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES-2011) com a Ufra.
O objetivo é provocar no leitor o raciocínio pela vertente do desenvolvimento sustentável em suas três dimensões: econômica, social e ambiental. O livro foi pensado como uma forma de subsidiar ações para a melhoria de uso do solo e do manejo de florestas secundárias, com foco na mesorregião Nordeste Paraense. A obra é composta por 11 capítulos distribuídos em três seções que abordam pontos relevantes da realidade dessa mesorregião.

“História da Colonização do Nordeste Paraense – Uma Reflexão para o Futuro da Amazônia”
O livro é composto por seis capítulos, que explicam como ocorreu o processo de colonização e ocupação do Nordeste Paraense, inspirando uma reflexão para que os erros do passado possam inspirar novos modelos de produção mais sustentáveis e tecnológicos em toda a Amazônia.
Os autores enfatizam a importância da Estrada de Ferro Belém-Bragança como um marco no processo de ocupação do Nordeste Paraense, região que forneceu a Belém, durante muito tempo, alimentos, lenha, matéria-prima (como malva e algodão) e mão-de-obra barata. Rebello e Homma, apresentam as consequências do desmatamento e das formas de produção estabelecidas nesta parte da Amazônia, a partir da expansão populacional e antropização.

Para adquirir, acesse o catálogo da Edufra: http://www.portaleditora.ufra.edu.br/index.php/acervo

 

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